Product Description
A obra gira em torno da vida de um cachorro, Kansun, que, logo após o nascimento passa a adotar comportamento diverso dos seus e vê-se em desarmonia com sua condição de vida. Deixando-se levar por uma imensa curiosidade, decide trilhar seu próprio caminho e, se sua escolha lhe traz a liberdade de seguir o rumo que determina, o expõe a diversos perigos: fome, agressões, indiferença, caminhos incertos, etc.
A partir daí, desenrola-se a história. O autor faz uma metáfora com a vida e as escolhas do próprio ser humano, mostrando que todos têm autonomia para escolher seu próprio caminho. Utiliza-se de anagramas e referências veladas para induzir o leitor mais atento, que os decifrar, a aprofundar-se em antigas fontes de Sabedoria, como I Ching, Tradição Sufi, Alquimia e Tarot.
O livro desenrola-se com a andança de Kansun em busca de uma meta que se impôs por sugestão de um mais experiente cão afghanhound, passando por vários lugares e terras inóspitas, fazendo amigos, despertando a curiosidade de todos que ele conhece e aprendendo a cada passo dado.
Assim, acompanhar os caminhos de Kansun é viver uma grande aventura, é banhar-se na doçura emanada dos seres que procuram respostas no imponderável, no exercício permanente da dúvida. É palmilhar terrenos africanos, árabes e asiáticos decifrando os milenares conhecimentos resguardados pelas metáforas do texto, em busca dos mais altos extratos do ser.
A Kansun não são prometidas as bênçãos póstumas dos céus, mas ele conquista o direito de escolher, pelo instinto do cão, sua face mais sublime, o seu jeito de viver. Emparedado e horrorizado pelos animais de sua fauna interior, pelos fantasmas do bronze de seu caráter, pelos mil punhais que o espreitam na floresta de suas sombras, ele procura o que não pode ser encontrado, mas deságua na pureza e no transcendental de uma conclusão forte e eivada de poesia, que cintila como os elementos naturais ali descritos.
Kansun sou eu, é você, qualquer espírito indócil que tenha sede de conhecimento, que ande pelo fio da navalha, saltando montanhas e engolindo nuvens como se fora algodão-doce. Ao tempo em que exalta a coragem, deixa subliminar a fraqueza; a despeito do medo, mostra vigor e inteligência, mas, sobretudo, evidencia um cão-humano, supostamente frágil, que deseja decifrar os segredos da existência.
Na figura de um cão, Kansun pode ser um tigre, tão forte como o seu próprio algoz, ou um carneiro, ou o elefante de três trombas...
Kansun é como o brilho de uma lágrima, de alegria ou de dor.
Kansun, enfim, é o homem que vale a pena.
Segundo a Página da Cultura, há um apelo interessante no livro: o ser humano!
Nem toda a obra de literatura tem foco no ser humano: uma obra psicografada traz o ponto de vista de quem já morreu; um romance jornalístico/policial tem o objetivo de entreter; biografias relatam a vida de alguma personalidade. Todas são direcionadas à leitura, mas há algumas, com é o caso de Kansun, que, de uma maneira ou de outra, mexe com a intimidade das pessoas, mesmo não pretendendo ser auto-ajuda.
A partir daí, desenrola-se a história. O autor faz uma metáfora com a vida e as escolhas do próprio ser humano, mostrando que todos têm autonomia para escolher seu próprio caminho. Utiliza-se de anagramas e referências veladas para induzir o leitor mais atento, que os decifrar, a aprofundar-se em antigas fontes de Sabedoria, como I Ching, Tradição Sufi, Alquimia e Tarot.
O livro desenrola-se com a andança de Kansun em busca de uma meta que se impôs por sugestão de um mais experiente cão afghanhound, passando por vários lugares e terras inóspitas, fazendo amigos, despertando a curiosidade de todos que ele conhece e aprendendo a cada passo dado.
Assim, acompanhar os caminhos de Kansun é viver uma grande aventura, é banhar-se na doçura emanada dos seres que procuram respostas no imponderável, no exercício permanente da dúvida. É palmilhar terrenos africanos, árabes e asiáticos decifrando os milenares conhecimentos resguardados pelas metáforas do texto, em busca dos mais altos extratos do ser.
A Kansun não são prometidas as bênçãos póstumas dos céus, mas ele conquista o direito de escolher, pelo instinto do cão, sua face mais sublime, o seu jeito de viver. Emparedado e horrorizado pelos animais de sua fauna interior, pelos fantasmas do bronze de seu caráter, pelos mil punhais que o espreitam na floresta de suas sombras, ele procura o que não pode ser encontrado, mas deságua na pureza e no transcendental de uma conclusão forte e eivada de poesia, que cintila como os elementos naturais ali descritos.
Kansun sou eu, é você, qualquer espírito indócil que tenha sede de conhecimento, que ande pelo fio da navalha, saltando montanhas e engolindo nuvens como se fora algodão-doce. Ao tempo em que exalta a coragem, deixa subliminar a fraqueza; a despeito do medo, mostra vigor e inteligência, mas, sobretudo, evidencia um cão-humano, supostamente frágil, que deseja decifrar os segredos da existência.
Na figura de um cão, Kansun pode ser um tigre, tão forte como o seu próprio algoz, ou um carneiro, ou o elefante de três trombas...
Kansun é como o brilho de uma lágrima, de alegria ou de dor.
Kansun, enfim, é o homem que vale a pena.
Segundo a Página da Cultura, há um apelo interessante no livro: o ser humano!
Nem toda a obra de literatura tem foco no ser humano: uma obra psicografada traz o ponto de vista de quem já morreu; um romance jornalístico/policial tem o objetivo de entreter; biografias relatam a vida de alguma personalidade. Todas são direcionadas à leitura, mas há algumas, com é o caso de Kansun, que, de uma maneira ou de outra, mexe com a intimidade das pessoas, mesmo não pretendendo ser auto-ajuda.

