Product Description
É possível homem e mulher serem apenas amigos?
"Escrever assim é imperdoável. ... Tem um por geração. O da nossa... é ele. Vai por mim. Não perca o Alex." (Fal Azevedo, "Drops da Fal")
"Me identifiquei com a compulsão metafórica do autor. E o fim é perfeito: instiga." (Alexandre Inagaki, "Pensar Enlouquece, Pense Nisso")
"Fiquei muito impressionado, literalmente, com tua habilidade na fraseologia ficcional, perfeitamente casada com a mentalidade da Carla; todo o vocabulário feminino, tanto de palavras como de linhas de pensamento, foi uma realização ímpar. ... Com essa criação, vc matou a pau" (Doutor Plausível)
"Eu tinha esquecido que era tão bom. ... Um livro maduro, bem pensado. ... É nessa narração que está um dos grandes trunfos do livro. Em Carla, Alex cria uma personagem crível, rica, e explora bem suas possibilidades. É aqui que o Alex demonstra ser um excelente escritor: ele tem perfeito domínio da voz feminina da Carla. É esse o grande segredo do livro." (Rafael Galvão)
"Um livro no qual a história não foi contada. ... Quem escreve sabe que é mil vezes mais difícil construir uma forma elegante de não dizer. ... Um romance em que tudo acontece em função de algo que o leitor não vê, que está fora do romance, que não é dito. ... Uma obra de vários níveis. ... Você começará a pensar em tanta coisa que, no fim, estará "longe" do livro, afastado da história imediata, em primeiro nível, e fazendo longas elocubrações que poderiam, inclusive, e por que não?, gerar outro livro." (Alessandra Bonrruquer)
"Enredo intenso, nos prende da primeira à última página. Realmente intrigante... uma leitura incrível. ... Realmente conseguiu traduzir nas páginas do seu livro a angústia de Carla com palavras e linhas de pensamento realmente femininas, superou os limites da natureza e encarnou uma esposa preocupada com seu casamento com toda originalidade que lhe cabe. Recomendo... A sensação que tive ao terminar de ler o livro: faltou-me ar." (Re Alves, "Entreditas")
"*O* livro do meu inverno. ... Leitura que me absorveu completamente ... Consegue captar tão bem todo um grupo de pessoas da nossa geração e transforma isso em ficção e fica gostoso demais de ler ... Achei genial mesmo. ... Me conquistou totalmente. Tem *a* qualidade." (Mary W., "Segundo Sexo")
"É um homem que tá escrevendo isso aqui? ... Não me perguntem como ele ... sabe destas incertezas e inseguranças tão femininas. Nem sei onde ele aprendeu estes tantos detalhes. ... É esta maneira de narrar os detalhes, as pausas, os gestos e os olhares, quando nem ao menos se estava presente na cena, que faz com que a gente entenda Carla. Quem não é Carla? Vocês, homens, não são. Nem entenderiam. Só Alex." (Isabella Ianelli)
"Um livro impressionante, a narrativa sempre inteira, o domínio da língua sempre presente mas nunca intrusivo, uma prosa que flui tão fácil que o leitor nem percebe o labirinto em que está se enredando até ser tarde demais." (Paulo Cândido, "Todos os Assuntos do Mundo")
"Um bom livro. ... Abri o arquivo sem nenhuma intenção de ir além da segunda página e, quando vi, já estava no meio do livro. Mulher de um homem só parece ter um cuidado todo especial com a velocidade da narrativa. ... O maior trunfo ... é a narradora e as ambigüidades por ela evocadas. Ao usar a primeira pessoa onisciente, Alex Castro acaba por fazer com que duvidemos de tudo o que Carla nos conta. Este filtro pouco confiável é que dá profundidade a um romance que, na superfície, parece conter apenas algumas boas e engraçadas discussões sobre as relações amorosas atuais e sobre o conflito íntimo de uma mulher ao mesmo tempo moderna e conservadora." (Paulo Polzonoff)
"Escrever assim é imperdoável. ... Tem um por geração. O da nossa... é ele. Vai por mim. Não perca o Alex." (Fal Azevedo, "Drops da Fal")
"Me identifiquei com a compulsão metafórica do autor. E o fim é perfeito: instiga." (Alexandre Inagaki, "Pensar Enlouquece, Pense Nisso")
"Fiquei muito impressionado, literalmente, com tua habilidade na fraseologia ficcional, perfeitamente casada com a mentalidade da Carla; todo o vocabulário feminino, tanto de palavras como de linhas de pensamento, foi uma realização ímpar. ... Com essa criação, vc matou a pau" (Doutor Plausível)
"Eu tinha esquecido que era tão bom. ... Um livro maduro, bem pensado. ... É nessa narração que está um dos grandes trunfos do livro. Em Carla, Alex cria uma personagem crível, rica, e explora bem suas possibilidades. É aqui que o Alex demonstra ser um excelente escritor: ele tem perfeito domínio da voz feminina da Carla. É esse o grande segredo do livro." (Rafael Galvão)
"Um livro no qual a história não foi contada. ... Quem escreve sabe que é mil vezes mais difícil construir uma forma elegante de não dizer. ... Um romance em que tudo acontece em função de algo que o leitor não vê, que está fora do romance, que não é dito. ... Uma obra de vários níveis. ... Você começará a pensar em tanta coisa que, no fim, estará "longe" do livro, afastado da história imediata, em primeiro nível, e fazendo longas elocubrações que poderiam, inclusive, e por que não?, gerar outro livro." (Alessandra Bonrruquer)
"Enredo intenso, nos prende da primeira à última página. Realmente intrigante... uma leitura incrível. ... Realmente conseguiu traduzir nas páginas do seu livro a angústia de Carla com palavras e linhas de pensamento realmente femininas, superou os limites da natureza e encarnou uma esposa preocupada com seu casamento com toda originalidade que lhe cabe. Recomendo... A sensação que tive ao terminar de ler o livro: faltou-me ar." (Re Alves, "Entreditas")
"*O* livro do meu inverno. ... Leitura que me absorveu completamente ... Consegue captar tão bem todo um grupo de pessoas da nossa geração e transforma isso em ficção e fica gostoso demais de ler ... Achei genial mesmo. ... Me conquistou totalmente. Tem *a* qualidade." (Mary W., "Segundo Sexo")
"É um homem que tá escrevendo isso aqui? ... Não me perguntem como ele ... sabe destas incertezas e inseguranças tão femininas. Nem sei onde ele aprendeu estes tantos detalhes. ... É esta maneira de narrar os detalhes, as pausas, os gestos e os olhares, quando nem ao menos se estava presente na cena, que faz com que a gente entenda Carla. Quem não é Carla? Vocês, homens, não são. Nem entenderiam. Só Alex." (Isabella Ianelli)
"Um livro impressionante, a narrativa sempre inteira, o domínio da língua sempre presente mas nunca intrusivo, uma prosa que flui tão fácil que o leitor nem percebe o labirinto em que está se enredando até ser tarde demais." (Paulo Cândido, "Todos os Assuntos do Mundo")
"Um bom livro. ... Abri o arquivo sem nenhuma intenção de ir além da segunda página e, quando vi, já estava no meio do livro. Mulher de um homem só parece ter um cuidado todo especial com a velocidade da narrativa. ... O maior trunfo ... é a narradora e as ambigüidades por ela evocadas. Ao usar a primeira pessoa onisciente, Alex Castro acaba por fazer com que duvidemos de tudo o que Carla nos conta. Este filtro pouco confiável é que dá profundidade a um romance que, na superfície, parece conter apenas algumas boas e engraçadas discussões sobre as relações amorosas atuais e sobre o conflito íntimo de uma mulher ao mesmo tempo moderna e conservadora." (Paulo Polzonoff)

